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The AI Lab used a timesharing operating system called <abbr title="Incompatible Timesharing System">ITS</abbr> (the Incompatible Timesharing System) that the lab's staff hackers&#8239;<a href="#ft1">[1]</a> had designed and written in assembler language for the Digital <abbr title="Programmed Data Processor">PDP</abbr>-10, one of the large computers of the era. As a member of this community, an AI Lab staff system hacker, my job was to improve this system. 
O laboratório de IA usava um sistema operacional de tempo compartilhado chamado <abbr title="Incompatible Timesharing System">ITS</abbr> (Sistema de Compartilhamento de Tempo Incompatível) que a equipe de hackers do laboratório (1) tinha concebido e escrito em linguagem de montagem para o <abbr title="Programmed Data Processor">PDP</abbr>-10 da Digital, um dos imensos computadores da época. Como um membro desta comunidade, um hacker de sistemas da equipe do laboratório de IA, meu trabalho era melhorar este sistema. 
32  
Later I heard these words, attributed to Hillel&#8239;<a href="#ft2">[2]</a>: 
Mais tarde, ouvi estas palavras, atribuídas a Hillel (1): 
67  
The goal of GNU was to give users freedom, not just to be popular. So we needed to use distribution terms that would prevent GNU software from being turned into proprietary software. The method we use is called &ldquo;copyleft&rdquo;&#8239;<a href="#ft3">[3]</a>. 
O objetivo do GNU era dar aos usuários liberdade, não apenas ser popular. Portanto, nós precisávamos usar termos de distribuição que impediriam o software GNU de ser transformado em software privativo. O método que usamos é chamado de “copyleft”.(1) 
73  
The specific implementation of copyleft that we use for most GNU software is the GNU General Public License, or GNU GPL for short. We have other kinds of copyleft that are used in specific circumstances. GNU manuals are copylefted also, but use a much simpler kind of copyleft, because the complexity of the GNU GPL is not necessary for manuals&#8239;<a href="#ft4">[4]</a>. 
A implementação específica de copyleft que usamos para a maioria do software GNU é a Licença Pública Geral GNU (GNU General Public License), ou GNU GPL para abreviar. Temos outros tipos de copyleft que são utilizados em circunstâncias específicas. Manuais GNU estão sob copyleft também, mas usam uma espécie de copyleft muito mais simples, porque a complexidade da GNU GPL não é necessária para manuais.(2) 
75  
As interest in using Emacs was growing, other people became involved in the GNU project, and we decided that it was time to seek funding once again. So in 1985 we created the <a href="https://www.fsf.org/">Free Software Foundation</a> (FSF), a tax-exempt charity for free software development. The FSF also took over the Emacs tape distribution business; later it extended this by adding other free software (both GNU and non-GNU) to the tape, and by selling free manuals as well. 
Como o interesse em usar o Emacs foi crescendo, outras pessoas se envolveram no projeto GNU, e decidimos que era hora de buscar financiamento mais uma vez. Assim, em 1985 foi criada a <a href="http://www.fsf.org/">Free Software Foundation</a> (FSF), uma instituição de caridade isenta de impostos para o desenvolvimento do software livre. A <abbr title="Free Software Foundation">FSF</abbr> também assumiu o negócio de distribuição de fitas com o Emacs; mais tarde isso foi estendido adicionando-se outros softwares livres (tanto GNU quanto não GNU) à fita, e com a venda de manuais livres também. 
76  
Most of the FSF's income used to come from sales of copies of free software and of other related services (CD-ROMs of source code, CD-ROMs with binaries, nicely printed manuals, all with the freedom to redistribute and modify), and Deluxe Distributions (distributions for which we built the whole collection of software for the customer's choice of platform). Today the FSF still <a href="https://shop.fsf.org/"> sells manuals and other gear</a>, but it gets the bulk of its funding from members' dues. You can join the FSF at <a href="https://my.fsf.org/join">fsf.org</a>. 
A maior parte da renda da FSF costumava vir da venda de cópias de software livre e de outros serviços relacionados (CD-ROMs com código-fonte, CD-ROMs com binários, manuais bem impressos, todos com a liberdade de redistribuir e modificar), e distribuições de luxo (distribuições para as quais construíamos toda a coleção de software segundo a escolha de plataforma do cliente). Hoje, a FSF ainda <a href="http://shop.fsf.org/">vende manuais e outros apetrechos</a>, mas a maior parte do seu financiamento vem de doações de seus membros. Você pode participar da FSF em <a href="http://fsf.org/join">fsf.org</a>. 
77  
Free Software Foundation employees have written and maintained a number of GNU software packages. Two notable ones are the C library and the shell. The GNU C library is what every program running on a GNU/Linux system uses to communicate with Linux. It was developed by a member of the Free Software Foundation staff, Roland McGrath. The shell used on most GNU/Linux systems is BASH, the Bourne Again SHell&#8239;<a href="#ft5">[5]</a>, which was developed by FSF employee Brian Fox. 
Empregados da Free Software Foundation têm escrito e mantido vários pacotes de software GNU. Os dois mais notáveis ​​são a biblioteca C e o interpretador de comandos. A biblioteca C GNU é o que todos os programas em execução num sistema GNU/Linux usam para se comunicar com o Linux. Ela foi desenvolvida por um membro da equipe da Free Software Foundation, Roland McGrath. O interpretador de comandos usado na maioria dos sistemas GNU/Linux é o <abbr title="Bourne Again Shell">BASH</abbr>, o Bourne Again Shell(1), que foi desenvolvido pelo empregado da FSF, Brian Fox. 
95  
Today&#8239;<a href="#ft6">[6]</a>, hardly any Unix components are left in the GNU Task List&mdash;those jobs had been done, aside from a few inessential ones. But the list is full of projects that some might call &ldquo;applications.&rdquo; Any program that appeals to more than a narrow class of users would be a useful thing to add to an operating system. 
Hoje (1), dificilmente um componente do Unix está na lista de tarefas GNU — esse trabalho já foi feito, com exceção de uns poucos não essenciais. Mas a lista está cheia de projetos que alguns poderiam chamar de “aplicações”. Qualquer programa que agrada mais do que uma classe pequena de usuários é uma coisa útil para se adicionar a um sistema operacional. 
98  
The GNU C library uses a special kind of copyleft called the GNU Lesser General Public License&#8239;<a href="#ft7">[7]</a>, which gives permission to link proprietary software with the library. Why make this exception? 
A biblioteca C GNU usa um tipo especial de copyleft chamado Licença Pública Geral GNU para Bibliotecas(1) (GNU Library General Public License), que dá permissão para ligar software privativo à biblioteca. Por que fazer essa exceção? 
132  
Reverse engineering is a big job; will we have programmers with sufficient determination to undertake it? Yes&mdash;if we have built up a strong feeling that free software is a matter of principle, and nonfree drivers are intolerable. And will large numbers of us spend extra money, or even a little extra time, so we can use free drivers? Yes, if the determination to have freedom is widespread&#8239;<a href="#ft8">[8]</a>. 
A engenharia reversa é um grande trabalho; teremos programadores com determinação suficiente para realizá-lo? Sim — se nós construirmos um forte sentimento de que o software livre é uma questão de princípios, e os controladores não livres são intoleráveis. E irá um grande número de pessoas gastar dinheiro extra, ou até mesmo um pouco de tempo extra, para que possam usar controladores livres? Sim, se a determinação de ter liberdade for generalizada. 
141  
In November 1998, the developers of Qt announced a change of license which, when carried out, should make Qt free software. There is no way to be sure, but I think that this was partly due to the community's firm response to the problem that Qt posed when it was nonfree. (The new license is inconvenient and inequitable, so it remains desirable to avoid using Qt&#8239;<a href="#ft9">[9]</a>.) 
Em novembro de 1998, os desenvolvedores da Qt anunciaram uma mudança de licença que, quando realizada, deverá fazer da Qt software livre. Não há maneira de ter certeza, mas eu acho que isso foi em parte devido à resposta firme da comunidade ao problema que a Qt causou quando era não livre. (A nova licença é inconveniente e injusta, por isso, continua a ser desejável evitar o uso da Qt). 
144  
The worst threat we face comes from software patents, which can put algorithms and features off limits to free software for up to twenty years. The LZW compression algorithm patents were applied for in 1983, and we still cannot release free software to produce proper compressed <abbr title="Graphics Interchange Format">GIF</abbr>&#8239;<a href="#ft10">[10]</a>. In 1998, a free program to produce <abbr title="MPEG-1 Audio Layer 3">MP3</abbr> compressed audio was removed from distribution under threat of a patent suit&#8239;<a href="#ft11">[11]</a>. 
A pior ameaça que enfrentamos vem de patentes de software, que podem colocar algoritmos e funcionalidades fora do alcance do software livre por até 20 anos. As patentes do algoritmo de compressão LZW foram aplicadas em 1983, e nós ainda não podemos liberar software livre que produza adequadamente <abbr title="Graphics Interchange Format">GIF</abbr>s comprimidos. [Em 2009 elas expiraram]. Em 1998, um programa livre para produzir áudio comprimido em <abbr title="MPEG-1 Audio Layer 3">MP3</abbr> foi impedido de ser distribuído sob a ameaça de um processo de patente. [Desde 2017, essas patentes expiraram. Veja quanto tempo tivemos que esperar.] 
171  
The use of &ldquo;hacker&rdquo; to mean &ldquo;security breaker&rdquo; is a confusion on the part of the mass media. We hackers refuse to recognize that meaning, and continue using the word to mean someone who loves to program, someone who enjoys playful cleverness, or the combination of the two. See my article, &ldquo;<a href="https://stallman.org/articles/on-hacking.html">On Hacking</a>.&rdquo; 
(1) O uso do termo “hacker” significando “violador de segurança” é uma confusão causada pelos meios de comunicação de massa. Nós hackers nos recusamos a reconhecer este significado, e continuamos usando a palavra com o significado de alguém que ama programar, alguém que aprecia brincadeiras inteligentes, ou a combinação dos dois. Veja meu artigo, <a href="http://stallman.org/articles/on-hacking.html">On Hacking</a> (em inglês). 
173  
In 1984 or 1985, Don Hopkins (a very imaginative fellow) mailed me a letter. <a href="/graphics/copyleft-sticker.html">On the envelope</a> he had written several amusing sayings, including this one: &ldquo;Copyleft&mdash;all rights reversed.&rdquo; I used the word &ldquo;copyleft&rdquo; to name the distribution concept I was developing at the time. 
(1) Em 1984 ou 1985, Don Hopkins (um companheiro muito imaginativo) enviou-me uma carta. No envelope ele havia escrito vários dizeres divertidos, incluindo este: “Copyleft — todos os direitos revertidos”. Eu usei a palavra “copyleft” para nomear o conceito de distribuição que eu estava desenvolvendo no momento. 
178  
2008 note: this issue extends to the BIOS as well. There is a free BIOS, <a href="https://libreboot.org/">LibreBoot</a> (a distribution of coreboot); the problem is getting specs for machines so that LibreBoot can support them without nonfree &ldquo;blobs.&rdquo; 
(nota de 2008: este problema estende-se também à BIOS. Há uma BIOS livre, <a href="http://www.libreboot.org/">LibreBoot</a> (uma distribuição do coreboot); o problema está em conseguir especificações para as máquinas de modo que LibreBoot possa suportá-las sem “blobs” não livres). 
185  
Please see the <a href="/server/standards/README.translations.html">Translations README</a> for information on coordinating and contributing translations of this article. 
A equipe de traduções para o português brasileiro se esforça para oferecer traduções precisas e de boa qualidade, mas não estamos isentos de erros. Por favor, envie seus comentários e sugestões em geral sobre as traduções para <a href="mailto:web-translators@gnu.org">&lt;web-translators@gnu.org&gt;</a>. </p><p>Consulte o <a href="/server/standards/README.translations.html">Guia para as traduções</a> para mais informações sobre a coordenação e a contribuição com traduções das páginas deste site.