Esta é uma tradução da página original em Inglês.

Malware em conferência online


O software não livre (privativo) é muitas vezes um malware (projetado para maltratar o usuário). O software não livre é controlado por seus desenvolvedores, o que os coloca em uma posição de poder sobre os usuários; isso é a injustiça básica. Os desenvolvedores e fabricantes muitas vezes exercem esse poder em detrimento dos usuários aos quais eles deveriam servir.

Isso geralmente assume a forma de funcionalidades maliciosas.


Se você conhece um exemplo que deveria estar nesta página, mas não está aqui, por favor, escreva para <webmasters@gnu.org> para nos informar. Por favor, inclua a URL de uma ou duas referências confiáveis para servir como comprovação específica.

  • 2021-04

    Uma vulnerabilidade de dia zero no Zoom que pode ser usada para lançar ataques de execução remota de código (RCE) foi divulgada por pesquisadores. Os pesquisadores demonstraram uma cadeia de ataque de três bugs que causou um RCE em uma máquina-alvo, e tudo sem qualquer forma de interação do usuário.

  • 2020-12

    Um executivo do Zoom realizou bisbilhotamento e censura para a China.

    Esse abuso do poder do Zoom mostra o quão perigoso é esse poder. A raiz do problema não é a vigilância e a censura, mas sim o poder que o Zoom tem. Ele obtém esse poder em parte do uso de seu servidor, mas também em parte do programa cliente não livre.

  • 2020-11

    De acordo com a FTC, a empresa por trás do software de conferência Zoom mentiu para os usuários sobre sua criptografia de ponta a ponta por anos, pelo menos desde 2016.

    As pessoas podem usar programas livres como Jitsi ou BigBlueButton, melhor ainda se instalados em um servidor controlado pelos usuários.

  • 2020-09

    Muitos empregadores estão usando software não livre, incluindo software de videoconferência, para vigiar e monitorar a equipe que trabalha em casa. Se o programa informar se você está “ativo” isso é, na verdade, um recurso de vigilância malicioso.

  • 2020-06

    A empresa por trás do Zoom não apenas nega a liberdade de uso do computador ao desenvolver este software não livre, mas também viola os direitos civis dos usuários banindo eventos e censurando usuários para servir à agenda dos governos.

    Programas que respeitam a liberdade como Jitsi ou BigBlueButton podem ser usados, melhor ainda se instalados em um servidor controlado por seus usuários.

  • 2020-04

    Os programas privativos Google Meet, Microsoft Teams e WebEx estão coletando dados pessoais e dados identificáveis, incluindo a duração de uma chamada, quem está participando da chamada e os endereços IP de todos os participantes. Por experiência, isso pode até prejudicar fisicamente os usuários, se essas empresas entregarem os dados aos governos.

  • 2020-03

    A versão Apple iOS do Zoom está enviando dados de usuários para o Facebook mesmo se o usuário não tiver uma conta no Facebook. De acordo com o artigo, Zoom e Facebook nem mesmo mencionam essa vigilância em sua página de política de privacidade, tornando-se uma violação óbvia da privacidade das pessoas até em seus próprios termos.