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Esta é uma tradução da página original em Inglês.

Citação incorreta

Uma citação circula na Internet, atribuída a mim, mas não foi escrita por mim.

Aqui está o texto que está circulando. A maior parte foi copiada das declarações que fiz, mas a parte em itálico aqui não é minha. Ele contém pontos que estão errados ou confusos.

Eu só gostaria de interromper por um momento. O que você está se referindo como Linux, é na verdade, GNU/Linux, ou como eu comecei recentemente a chamá-lo, GNU e Linux. O Linux não é um sistema operacional em si mesmo, mas sim outro componente livre de um sistema totalmente funcional GNU útil graças às corelibs do GNU, os utilitários de shell e os componentes vitais do sistema que compreendem um sistema operacional completo POSIX. Muitos usuários de computador executam uma versão modificada do sistema GNU todos os dias, sem perceber. Através de uma reviravolta peculiar de eventos, a versão do GNU, que é amplamente usada hoje em dia, é frequentemente chamada de “Linux”, e muitos de seus usuários não estão cientes de que é basicamente o sistema GNU, desenvolvido pelo Projeto GNU. Existe realmente um Linux, e essas pessoas estão usando, mas é apenas uma parte do sistema que eles usam.

Linux é o kernel: o programa no sistema que aloca os recursos da máquina para os outros programas que você executa. O kernel é uma parte essencial de um sistema operacional, mas inútil por si mesmo. Ele só pode funcionar no contexto de um sistema operacional completo. O Linux é normalmente usado em combinação com o sistema operacional GNU: todo o sistema é basicamente GNU com Linux adicionado, ou GNU/Linux. Todas as chamadas distribuições “Linux” são, na verdade, distribuições do GNU/Linux.

O principal erro é que o Linux não faz estritamente parte do sistema GNU, cujo kernel é o GNU Hurd. A versão com o Linux, chamamos de “GNU/Linux”. Não há problema em chamá-lo de “GNU” quando você quer ser realmente breve, mas é melhor chamá-lo de “GNU/Linux” de modo a dar ao Torvalds algum crédito.

Nós não usamos o termo “corelibs”, e não tenho certeza do que isso significaria, mas o GNU é muito mais do que os pacotes específicos que desenvolvemos para ele. Eu comecei em 1983 a desenvolver um sistema operacional, chamando-o de GNU, e esse trabalho exigia o desenvolvimento de pacotes importantes que não pudéssemos encontrar em outro lugar.

Veja Linux e GNU e GNU/Linux FAQ, e também a história em O Projeto GNU.

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