Esta é uma tradução da página original em Inglês.

Sistemas operacionais da Apple são malware


O software não livre (privativo) é muitas vezes um malware (projetado para maltratar o usuário). O software não livre é controlado por seus desenvolvedores, o que os coloca em uma posição de poder sobre os usuários; isso é a injustiça básica. Os desenvolvedores e fabricantes muitas vezes exercem esse poder em detrimento dos usuários aos quais eles deveriam servir.

Isso geralmente assume a forma de funcionalidades maliciosas.


Se você conhece um exemplo que deveria estar nesta página, mas não está aqui, por favor, escreva para <webmasters@gnu.org> para nos informar. Por favor, inclua a URL de uma ou duas referências confiáveis para servir como comprovação específica.

Backdoors

Censura

A Apple usa principalmente o iOS, que é uma prisão típica, para impor censura por meio da Apple Store. Consulte a seção de Prisões da Apple para mais informações.

DRM

Gestão digital de restrições, ou “DRM”, refere-se a funcionalidades projetadas para restringir o que usuários podem fazer com os dados em seus computadores.

Incompatibilidade

Nesta seção, listamos as características dos programas Apple que bloqueiam ou impedem os usuários de mudar para qualquer programa alternativo – e, em particular, de mudar para um software livre que pode liberar o dispositivo em que o software é executado.

Insegurança

Esses bugs não são/foram intencionais; portanto, ao contrário do resto do arquivo, eles não contam como malware. Nós os mencionamos para refutar a suposição de que software privativo de prestígio não contém bugs graves.

Interferência

Vários programas privativos frequentemente bagunçam o sistema do usuário. São como sabotagem, mas não são graves o suficiente para se qualificarem para a palavra “sabotagem”. Mesmo assim, eles são desagradáveis e errados. Esta seção descreve exemplos de interferência cometida pela Apple.

Prisões

Prisões são sistemas que impõem censura a programas.

  • 2019-04

    Apple planeja exigir que todos aplicativos para MacOS sejam primeiro aprovados pela Apple.

    Oferecer um serviço de verificação como opção poderia ser útil e não estaria errado. Exigir que os usuários obtenham a aprovação da Apple é uma tirania. A Apple diz que a verificação procurará apenas malware (sem contar o malware que é parte do sistema operacional), mas a Apple pode mudar essa política passo a passo. Ou talvez a Apple defina malware para incluir qualquer aplicativo que a China não goste.

    Para software livre, isso significa que os usuários precisarão obter a aprovação da Apple após a compilação. Isso equivale a um sistema de monitoramento do uso de programas livres.

  • 2008-03

    iOS, o sistema operacional da iCoisas da Apple, é o protótipo de uma prisão. Foi a Apple que introduziu a prática de projetar computadores de uso geral com censura de programas aplicativos.

    Aqui está um artigo sobre a assinatura de código que os iCoisas usam para prender o usuário.

    Curiosamente, a Apple está começando a permitir uma passagem limitada pelas paredes da prisão de iCoisas: os usuários agora podem instalar aplicativos compilados a partir do código-fonte, desde que o código-fonte seja escrito em Swift. Os usuários não podem fazer isso livremente porque são obrigados a se identificar. Aqui estão os detalhes. Embora seja uma rachadura nas paredes da prisão, não é grande o suficiente para significar que os iCoisas não são mais prisões.

Exemplos de censura de prisões da Apple

Manipulação

Pressão

Empresas privativas podem tirar vantagem de seus clientes, impondo limites arbitrários ao uso do software. Esta seção relata exemplos de vendas agressivas e outras táticas comerciais injustas da Apple.

Sabotagem

Essas são situações em que a Apple usa seu poder sobre os usuários para intervir diretamente de maneiras que os prejudicam ou bloqueiam seu trabalho.

Assinaturas

Vigilância

Tiranos

Tiranos são sistemas que rejeitam qualquer sistema operacional não “autorizado” pelo fabricante.