Esta é uma tradução da página original em Inglês.

Software privativo frequentemente é malware

Software privativo, também chamado de software não livre, significa software que não respeita a comunidade e liberdade do usuário. Um programa privativo coloca seu desenvolvedor ou dono em uma posição de poder sobre seus usuários. Esse poder é, por si só, uma injustiça.

O ponto desta página é que a injustiça inicial do software privativo muitas vezes leva a mais injustiças: funcionalidades maliciosas.

Nesta seção, também listamos uma outra característica maliciosa de telefones celulares, rastreamento de localização que é causada pelo sistema de rádio subjacente em vez de pelo software específico neles.

O poder corrompe; o desenvolvedor do programa privativo é tentado a projetar o programa para maltratar seus usuários. (Software cuja funcionalidade maltrata o usuário é chamado malware.) Claro, o desenvolvedor geralmente não faz isso por malícia, mas sim para lucrar mais a custo dos usuários. Isso não torna menos desagradável ou mais legítimo.

Se entregar a essa tentação tornou-se cada vez mais frequente; hoje em dia é uma prática padrão. O software privativo moderno geralmente é uma maneira de ser mal.


Até julho de 2021, as páginas neste diretório listam quase 500 exemplos de funcionalidades maliciosas (com mais de 610 referências para confirmá-las), mas com certeza há mais milhares das quais nós não temos conhecimento.

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Injustiças ou técnicas Produtos ou empresas
  1. Backdoor:  qualquer funcionalidade de um programa que possibilita que alguém que não deveria estar no controle do computador, no qual o programa está instalado, enviar comandos para ele.
  2. Gestão digital de restrições ou “DRM”:  funcionalidades projetadas para restringir o que usuários podem fazer com os dados em seus computadores.
  3. Prisões:  sistemas que impõem censura a programas.
  4. Amarração:  funcionalidade que requer conexão permanente (ou muito frequente) a um servidor.
  5. Tiranos:  sistema que rejeita qualquer sistema operacional não “autorizado” pelo fabricante.

Os usuários de software privativo estão indefesos contra essas formas de maus tratos. A maneira de evitá-los é insistindo em software livre (que respeite a liberdade). Uma vez que o software livre é controlado por seus usuários, eles têm uma boa defesa contra a funcionalidade de software maliciosa.

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