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Free Software Free Society

Together we have the opportunity to empower the world through the use of free software. The only way to counter proprietary software companies and the billions of dollars they use to strip user rights is through the power of your voice and your generosity.

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Esta é uma tradução da página original em Inglês.

Software proprietário frequentemente é malware

Software proprietário, também chamado de software não livre, significa software que não respeita a comunidade e liberdade do usuário. Um programa proprietário coloca seu desenvolvedor ou dono em uma posição de poder sobre seus usuários. Esse poder é, por si só, uma injustiça.

O ponto desta página é que a injustiça inicial do software proprietário muitas vezes leva a mais injustiças: funcionalidades maliciosas.

O poder corrompe; o desenvolvedor do programa proprietário é tentado a projetar o programa para maltratar seus usuários. (Software cuja funcionalidade maltrata o usuário é chamado malware.) Claro, o desenvolvedor geralmente não faz isso por malícia, mas sim para lucrar mais a custo dos usuários. Isso não torna menos desagradável ou mais legítimo.

Se entregar a essa tentação tornou-se cada vez mais frequente; hoje em dia é uma prática padrão. O software proprietário moderno geralmente é uma maneira de ser mal.


Até outubro de 2019, as páginas neste diretório listam quase 400 exemplos de funcionalidades maliciosas (com mais de 500 referências para confirmá-las), mas com certeza há mais milhares das quais nós não temos conhecimento.

Injustiças ou técnicas Produtos ou empresas
  1. Back door:  qualquer funcionalidade de um programa que possibilita que alguém que não deveria estar no controle do computador, no qual o programa está instalado, enviar comandos para ele.
  2. Gestão digital de restrições ou “DRM”:  funcionalidades projetadas para restringir o que usuários podem fazer com os dados em seus computadores.
  3. Prisões:  sistemas que impõem censura a programas.
  4. Amarração:  funcionalidade que requer conexão permanente (ou muito frequente) a um servidor.
  5. Tiranos:  sistema que rejeita qualquer sistema operacional não “autorizado” pelo fabricante.

Os usuários de software proprietário estão indefesos contra essas formas de maus tratos. A maneira de evitá-los é insistindo em software livre (que respeite a liberdade). Uma vez que o software livre é controlado por seus usuários, eles têm uma boa defesa contra a funcionalidade de software maliciosa.

Últimas adições

  • Alguns aplicativos de redes sociais são projetados para deixar os usuários viciados. Eles tentam se fundir à sua rotina diária, explorando a pressão social e seu desejo natural de socialização, convertendo os gestos habituais em um vício completo. Como já observado nos jogos, a dependência é essencialmente baseada em recompensas aleatórias. No presente caso, as recompensas são mensagens de amigos e seguidores, “likes” notícias, vídeos interessantes etc. O software foi projetado para despertar o desejo dos usuários por essas recompensas e manter esse desejo vivo o maior tempo possível.

    • Por padrão, as notificações são enviadas toda vez que um novo item aparece, em vez de, digamos, uma vez por dia. Eles estão associados a sons ou vibrações que os tornam ainda mais atraentes. (Lembre-se das experiências de Pavlov com ratos.) Esses gatilhos geralmente estão desativados e muitos usuários não tentam desativá-los. Eles são mais eficazes quando o aplicativo é instalado em um dispositivo móvel que está sempre ativado e nunca sai do usuário. Como efeito colateral, eles podem contribuir para a dependência de telefones “inteligentes”.
    • Usuários são servidos com materiais selecionados que provavelmente os interessa, com base em perfilamento. (Aliás, isso pavimenta o caminho para manipulação.)
    • A interface do aplicativo é projetada para fazer os usuários ficarem no site o máximo possível, usando rolagem infinita, por exemplo.
    • A empresa proprietária da rede social tenta cobrir as necessidades dos usuários o mais extensamente possível, adquirindo outras empresas, se necessário. Depois que os usuários concentram a maioria de suas atividades online e muitos dados pessoais em uma única plataforma (ou um conjunto de plataformas que pertencem ao mesmo grupo), eles o encontram quase impossível sair. E mesmo se quisessem, eles teriam dificuldade em descobrir as opções relevantes, e o aplicativo os importunaria agressivamente para ficar.

    Uma boa maneira de minimizar o risco de dependência, além de evitar as mídias sociais, é desativar as notificações e deixar o mínimo possível de seus próprios dados na plataforma.

  • O Safari ocasionalmente envia dados de navegação de dispositivos Apple na China ao serviço de Navegação Segura da Tencent, para verificar URLs que possivelmente correspondem a sites “fraudulentos”. Como a Tencent colabora com o governo chinês, sua lista negra de Navegação segura certamente contém os sites de oponentes políticos. Ao vincular as solicitações originárias de endereços IP únicos, o governo pode identificar dissidentes na China e em Hong Kong, colocando em risco suas vidas.

  • Apple planeja exigir que todos aplicativos para MacOS sejam primeiro aprovados pela Apple.

    Oferecer um serviço de verificação como opção poderia ser útil e não estaria errado. Exigir que os usuários obtenham a aprovação da Apple é uma tirania. A Apple diz que a verificação procurará apenas malware (sem contar o malware que é parte do sistema operacional), mas a Apple pode mudar essa política passo a passo. Ou talvez a Apple defina malware para incluir qualquer aplicativo que a China não goste.

    Para software livre, isso significa que os usuários precisarão obter a aprovação da Apple após a compilação. Isso equivale a um sistema de monitoramento do uso de programas livres.

  • O aplicativo “Study the Great Nation” do Partido Comunista Chinês exige que os usuários o concedam acesso ao microfone, fotos, mensagens de texto, contatos e histórico da Internet do telefone, e a versão Android contém uma back door que permite que os desenvolvedores executem qualquer código que desejarem desejo no telefone dos usuários, como “superusuários”. Baixar e usar este aplicativo é obrigatório em alguns locais de trabalho.

    Nota: A versão de artigo do Washington Post (parcialmente ofuscada, mas legível após copiar e colar em um editor de texto) inclui um esclarecimento dizendo que os testes foram realizados apenas na versão Android do aplicativo e que, segundo a Apple, “esse tipo de vigilância de ‘superusuário’ não pôde ser realizado em Sistema operacional da Apple”.

  • A Apple censura a bandeira de Taiwan no iOS em favor do governo chinês. Quando a região está definida para Hong Kong, essa bandeira não está visível no widget de seleção de emojis, mas ainda está acessível. Quando a região está definida para a China continental, todas as tentativas de exibi-la vão resultar no ícone “emoji vazio” como se a bandeira nunca existisse.

    Então, não apenas a Apple usa a App Store como um instrumento de censura, ela também usa o sistema operacional do iCoisa para esse propósito.

TOPO

[Logo da FSF]“A Free Software Foundation (FSF) é uma organização sem fins lucrativos com a missão global de promover a liberdade de usuários de computador. Nós defendemos os direitos dos usuários de software.”

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